Ela não vai
Mas pediu que a trouxesse um barquinho de lembrança
Não faço ideia de como posso preenche-lo
Afinal, é feito de papel
Mas sua dimensão sou eu quem dita
Como poderia alcançar as expectativas dela
Que almeja ser infinita?
Talvez seja
Talvez não
Da nossa dialética
É só mais uma questão
Mas se infinita fosse não pediria lembrança
Estaria lá!
A roubar olhares, procurando seu lugar,
A imensurável menina
E se sentaria em meio aos rostos finitos e sem portância
Até acha-lo em minha retina
É
Começo a achar que ela é como o barquinho
Sua dimensão sou eu quem dita
Ainda bem
Pois amanhã a espero pequena, sutil, de carne osso.
Tão bonita...
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ResponderExcluiracho q é o primeiro comentário que fazem no blog. hahahah
ResponderExcluirobrigado.