O samba dos pés
exorciza o medo
Da cinza
Do quedo
Do fim enredo
Ficam os anéis
Vão-se os dedos
Tão cedo
Que vida boa
A vida é mesmo um carnaval
Na quarta restou
O chão enlameado
Enfeites, confetes
O corpo desalmado
Sem feitos, nem fetos
O choro do amado
No leito, discreto
E o fedor da cerveja
Que anuncia a dor
Que denuncia a dor
Até o próximo tambor
po! essa É uma música
ResponderExcluirnão deixa de ser poesia.
ResponderExcluiraliás, tenho uma certa dificuldade de distinguir música de poesia. Pra mim é tudo a mesma coisa.hahah
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